05/02/2017

E ESCOLHA, NICHOLAS SPARKS

Oi gente! Minhas férias acabaram, as aulas voltaram essa semana e então é hora de começar as coisas por aqui, certo? Pra gente já começar lindo, eu vim trazer uma resenha do Nicholas, que nem me surpreende mais, porque esse serumaninho só sabe escrever livros que entram nos meus favoritos. A última leitura dele que eu fiz foi A Escolha, e só de lembrar já fico cheia de lágrima nos olhos, porque a história é tão intensa quanto maravilhosa, eu estou apaixonada até agora!
Para Travis Parker, felicidade é estar com a irmã e os amigos, viajar, andar de moto e praticar esportes radicais. Ele nunca teve um relacionamento amoroso sério, mas não sente falta disso. Para ele, sua vida jé está perfeita.
Pelo menos até conhecer Gabby Holland, a bela médica que acaba de se mudar para a casa ao lado em busca de felicidade e independência. Mas conquistá-la não será tão simples. A jovem tem namorado e fica muito confusa com os sentimentos que o vizinho lhe desperta. E, depois de um fim de semana em especial, ela terá que tomar uma decisão.
Mostrando que sentimentos imprevisíveis levam a caminhos surpreendentes, Nicholas Sparks mais uma vez constrói personagens sensíveis e cenas emocionantes que trazem tanto sorrisos como lágrimas num espaço de poucas páginas.
Gabby trabalha numa clínica como assistente médica, ela e a cachorrinha Molly são novas na cidade de Beautford, na Carolina do Norte, assim ela estaria mais perto de Kevin, o namorado. Kevin sempre deixava o assunto "casamento" para outra hora. Assim ela achou que a mudança poderia ter um resultado positivo em relação e essa situação. Coisa que não deu muito certo, e a sensação de estar sozinha acompanhava Gabby.
Ela só não contava com seu vizinho barulhento, Travis, um cara despreocupado e que acreditava ter uma vida perfeita. O som alto de sua casa incomodava muito a garota, e a gota d'água começa quando ela descobre que Molly, a cachorrinha, está grávida. O que a faz ir tirar satisfação com ele, acreditando que o culpado é Moby, cachorro de Travis, que trabalha como veterinário (fato que ela descobre quando leva Molly na clinica veterinária e dá de cara com o rapaz, e ele ainda lhe diz que Moby é castrado, deixando ele sair ileso da história).
E o que tinha todo o cenário de guerra montado desaba quando os dois se atraem instantaneamente, e não conseguem esconder a forma como um balança o outro. Mas é claro que Kevin ainda é o seu namorado, o que a obriga a ter que fazer uma escolha entre os dois.
Se você me der uma chance - se você nos der uma chance - vou viver o resto da minha vida provando a você que tomei a decisão certa. Eu amo você não somente por quem você é, mas pela maneira que você me fez pensar no que nós podemos ser."
Mas não se engane e pense que o livro acaba aí.
Após escolher e casar-se com o veterinário, eles apaixonadamente se casam, e vivem anos do casamento com suas duas filhas. Até Gabby ir trabalhar no hospital da cidade. Ponto onde o drama Sparkense entra em ação.
"Histórias são únicas, assim como as pessoas que as contam, e as melhores histórias são aquelas cujo final é uma surpresa."
Lá ela encontra um senhor, com a esposa anos em coma. Gabby presta atençaõ no quanto ele sofre, no quanto é doloroso e de partir o coração. Isso mexe tanto com seus pensamentos, que leva a uma conversa com Travis, onde ele deveria prometer que se o mesmo acontecesse com ela, e o quadro não mudasse nos primeiros meses, o marido deveria deixá-la ir.
-Por mais que seja difícil?
-Por mais que seja difícil.
-Porque você me ama.
-Porque amo você.
E é claro que isso aconteceria, não é mesmo?
Mas não é tão simples, não quando Travis é apaixonado por ela, não quando viver num mundo sem a esposa não teria sentido, e não quando possuem duas filhas.
A história é divida em duas partes, e na segunda, a gente consegue realmente viver a dor que ele enfrenta para tomar a melhor escolha possível. A escolha mudaria tudo.
"Faça isso por mim. Pelas nossas filhas. Elas precisam de você. Eu preciso de você. Abra os olhos antes de eu sair, enquanto ainda há tempo..."
Lembrando que assim como muitos livros no Nich, A Escolha também ganhou adaptação para o cinema, como um roteiro não seguindo totalmente o mesmo caminho, mas que me fez chorar tanto quando na leitura (e eu ainda inventei de terminar o livro e assistir o meia hora depois. Quase virei água de tanto chorar.) Os protagonistas são interpretados pela Teresa Palmer e pelo Benjamin Walker, e ainda Tom Welling (crush né mores) no elenco.
Às vezes confiamos no coração mesmo pensando com a cabeça, e o dilema que Travis enfrenta faz com que nós, leitores, consigamos enxergar a importância de enfrentar as próprias escolhas. É o tipo de coisa que nos muda para sempre. Então não esquece de adicionar na lista pra ler, ou de me contar o que achou caso já tenha lido, combinado?

Classificação:
Eu li ouvindo:
Like I can, Sam Smith
Lay me down, Sam Smith
Fire Meet Gasoline, Sia
Style, Taylor Swift


10/01/2017

2016 FEELINGS

Foi perder o medo de dançar, mas ainda sem saber andar de bicicleta. Foi adeus com sabor de boas vindas, e desapego que trouxe novos lugares. Foram amizades virtuais para conhecer em breve, e amigos para comemorar o décimo ano, foi completar vinte, descumprir metas e ainda assim fazer uma lista nova. Foi o beijo inesperado, foi esperar na fila de um show e começar How I Met Your Mother. Foi o abraço caloroso de quem eu julgava ser uma pedra de gelo, o meu recorde literário e uma black friday inteira só para comprar livros novos, foi conhecer Tyler Maddox. Ver pessoas ganhando estrelas, e outras virando uma própria no céu. Foi aquele final de semana inteiro acordada, e foi dormir sexta para acordar domingo à noite. Rever velhos conceitos, ideias novas e ouvir a minha alma, foi escutar a chuva na janela e fotografar meus próprios pés. Foram mais dois semestres na faculdade, e foi se apaixonar por uma causa nobre, e se apaixonar mais um pouquinho pela vida também. Foi dor, angústia e chorar por quem estava em outra órbita, foram novos ataques terroristas e coisas sem cabimento que não faziam sentido, porque ninguém explica algo maior que nós. Foi amor, risada alta e música boa. Se preocupar com quem mora na outra ponta do Brasil, e muitas vezes querer não precisar sair da zona de conforto. Foi ouvir The Chainsmokers mais de cento e cinquenta dias, e desejar que o verão nunca acabasse. Foram lágrimas de tristeza, e outras incontáveis de alegria. Foi se perder por dentro, e se perder em São Paulo também, conhecer pessoas diferentes, sair com amigos dos meus amigos e sentir saudade do meu avô e da escola. Foi fazer uma tatuagem e tirar as paredes coloridas do meu quarto. Foi orgulho, mas também se decepcionar. Foi loucura, mas não aquela pra ter medo, foi se arrepiar, o zoológico inteiro na barriga, foi voltar atrás nas coisas que eu realmente queria, logo eu, de escorpião, orgulhosa mesmo. Mas sabe, me trouxe coisas que eu jamais poderia compreender se ele nunca existisse, porque foi continuar tentando me descobrir. Dia após dia. Foi saber que eu não serei assim ano que vem e nem no outro, porque eu só me deixei ir, então serei diferente, o quão diferente eu só posso te contar em outro janeiro. Enquanto isso, as coisas começaram de novo por aqui.

09/12/2016

DIY: ESTAMPAS COM PAPEL TRANSFER

Eu sou apaixonada por camiseta com frase, gente! E eu tinha várias ideias de algumas, mas já sabia que seria bem difícil encontrar, então, a gente pode fazer, certo? Pesquisei vários tutoriais e o que me pareceu mais real foi o do papel transfer, e ainda bem que funcionou super. Sério, não tem erro, e eu montei um passo-à-passo bem amor pra vocês fazerem também. Já separem as blusas lisas e anota aí:
1. Escolha suas estampas, você pode criar elas se preferir. Desenhos, imagens, vale qualquer coisa.
2. Use algum programa para espelhar sua imagem antes de imprimir, eu sempre faço no photoscape, ela precisa ficar do lado contrário, tudo bem? Se não vai ficar ao contrário na camiseta. E sobre a impressão, a única regra é não ser feita em impressora a laser, porque a tinta vai escorrer, então você pode usar a impressora da sua casa mesmo, ou qualquer outra que tenha sistema jato de tinta.
3. A camiseta não segue uma regra específica, mas a aderência é melhor em tecidos de poliéster.
4. Recorte em volta da imagem, deixando alguns centímetros de borda, não se preocupe, a parte branca fica transparente.
5. Para a tinta do papel grudar na camiseta, use o auxílio de um ferro numa temperatura bem quente.
6. Só lovis, fica um amorzinho, né? Mas nada de passar o ferro por cima depois (assim como todas as camisetas com estampas)

A melhor parte é que ninguém vai ter peças como as suas, e quando a gente abre a imaginação é uma ideia mais legal que a outra. Eu fiz uma do meu personagem favorito de Teen Wolf, o Isaac, e foi o resultado que eu mais gostei. E também testei sobre jeans, com o sobrenome dos personagens de uma saga literária que eu amo, e até agora permanece intacta. Ah, dá pra fazer com tinta colorida também, viu?
Espero que tenham gostado, e que usem a criatividade para fazer também, eu estou muito apaixonada, e já tenho mais ideias novas pra postar, sobre várias coisas (estou de férias a partir de hoje, então...). Até a próxima.